A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 24/06/2021
O modelo de estratificação social, iniciado no período de Roma, provocou a chamada desigualdade. Processo no qual influenciou e perdura até os dias atuais. Contudo, notasse uma crescente taxa de insegurança alimentar sobre a classe baixa brasileira. Caso que precisa receber maior ênfase.
Sobretudo, é sabido que em uma sociedade hierarquizada, sendo formada por pessoas da elite mais trabalhadores de média e baixa renda, em suma, a classe social privilegiada e em maior quantidade a desvalorizada, são as que mais sofrem com os impactos econômicos. Outrossim, vale lembrar da crise de 1929 como exemplo, que trouxe graves consequências econômicas para o Brasil, trazendo o aumento do número de desempregados, contribuindo para a alta taxa de famílias passando fome.
Ademais, a população do século XXI foi obrigada a enfrentar a pandemia por Covid-19, que de acordo com o último censo Demográfico, contribuiu para o aumento da taxa de desemprego e queda do PIB. Indivíduos como, vendedores ambulantes e empregados de salário mínimo receberam maiores impactos, levando-os a entrarem na classe de pessoas com insegurança alimentar. Fator agravado principalmente pela falta de planejamento e organização política.
Portanto, para diminuição da taxa de desemprego, o Governo deve investir em obras públicas, visando a geração de empregos. Além de investir na venda de commodities para o exterior, com ajuda da Petrobras, a fim de ter-se melhoria na economia do país, e com isso, ser possível dar auxílio financeiro para famílias com insegurança alimentar. Fazendo assim, é possível reverter o quadro de fome do Brasil.