A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 28/06/2021

Durante a Primeira Revolução Industrial, século XIX, a Inglaterra tornou-se um modelo para muitas nações ao redor do globo, devido à sua crescente urbanização e produção nas fábricas. Dessa forma, com o desenvolvimento das cidades em vários continentes, a necessidade de alimentos também aumentou, porém, em nações com urbanização tardia, como o Brasil, essa concentração alimentícia se mostra desigual. Dessa maneira, a má distribuição do alimento e o alto valor cobrado por este contribui para a manutenção da fome no território.

Em primeira análise, destaca-se o valor exorbitante aplicado aos alimentos. De acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor cobrado pela cesta básica aumentou em dezessete capitais. Nesse âmbito, a capacidade de compra de víveres se concentra nas classes sociais com maior poder aquisitivo, e então parte pobre da sociedade é privada de refeições importantes para a manutenção de suas vidas. Assim, a fome continua sendo um fator presente na realidade de muitos.

Outrossim, é indubitável que a má distribuição da vianda por entre as camadas sociais está entre as causas do problema. Sob esse viés, a Constituição Federal preza pela redução das desigualdades sociais. Entretanto, isto não se aplica de maneira efetiva na terra verde e amarela. Tal fato perdura, haja vista que o consumo de alimentos se concentra entre as camadas mais abastadas da população, as quais podem adquirir suas refeições com conforto e acumulá-las em suas casas. Logo, o cidadão da classe social mais baixa fica sem alimento ou têm de se contentar com o pouco que é deixado para ele.

Em suma, a continuidade do impecilho da fome está diretamente ligado à má distribuição do alimento e o alto valor cobrado por este. Portanto, cabe ao Congresso Nacional aprovar leis que fiscalizem a eficiência das políticas públicas voltadas para a erradicação da fome no Brasil. Isto será feito por meio da visita a centros de doação alimentícia a comunidades carentes por profissionais do exército brasileiro, uma vez que estes dispõem de força física e podem ajudar no transporte, os quais irão auxiliar os participantes dos projetos a distribuir cestas básicas para famílias em situação precária, a fim de erradicar parte da fome no país. Além disso, é de responsabilidade do Ministério da Fazenda redistribuir a concentração de renda no território nacional. Tal ato será realizado por meio da repartição dos impostos arrecadados a parte pobre da população, pois estas têm uma carga horária de trabalho mair a fim de sobreviver, para pormover o aumento de sua capacidade de aquisição de produtos de sobrevivência básica e para que todos possam viver com conforto na terra tupiniquim.