A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 30/06/2021

A teórica política alemã, Hannah Arendt, utiliza a expressaão “Banalidade do Mal” para traduzir o formato trivial da instalação de problemáticas em sociedades contemporâneas. Essa perspectiva, analisada pela pensadora, simboliza claramente o comportamento da sociedade diante dos farores motivadores para a fome no Brasil. Nesse contexto, torna-se claro que essa situação tem como origem a negligência do estado, que é omisso diante do problema. Assim, não só a ausência de políticas públicas, como também a carência infraestrutural aprofunda esse panorama.

Em primeiro plano, evidência-se, por parte do governo, a falta de políticas governamentais suficientemente efetivas para o combate a fome. Essa lógica é comprovada por uma pesquisa feira pelo IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica - que mostra que a fome no Brasil, em 5 anos, cresceu em 3 milhões do número de pessoas em situação de insegurança alimentar. De modo, que é surpreendente a falta de empatia e de entendimento do governo em relação a essa problemática, pois, nos últimos, a ausência de políticas públicas fez com que o número de pessoas em situações de fome no Brasil almentasse, como mostra à pesquisa feita pelo IBGE. Logo, é substancial a mudança desse quadro.

Paralelo a isso, vale ressaltar, também, que o Brasil é o segundo mairo produtor de alimentos em volume no mundo, segundo a Folha de São Pulo, porém, milhões de pessoas vivem em situação de fome. Nesse sentido, esse paradoxo dá-se pelo país priorizar a exportação desses alimentos, produzidos pelo agronegócio e pela agricultuta familiar, por uma questão de lucro, que gera economia para o país, esquecendo da minoria e das consequências geradas, tas como, a fome. Com isso, políticas públicas devem ser executadas, para que diminua a fome.

Torna-se evidente, portanto, a necessiade de tratar tal problema. Nessa perspectiva, cabe ao pode gorvernamental, intensificar campannhas para a agricultura familiar, por meio de incentivo financeiro. Nesses incentivos, seriam doados verbas para o plantio de seus próprios alimentos e para a manutenção das terras, que seria fonte de seu próprio consumo. Atitudes importantes para que cada vez mais as famílias passam se alimentar e consequentemente a fome no Brasil seja diminuida.