A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 02/07/2021
O inimigo da economia federal é o sustento da população
Inicialmente, compreendemos o conceito de fome pela concepção além da necessidade de saciedade, no contexto social, a fome é retratada pela enorme quantidade de famílias que, repentinamente, vivem em estado de miséria, sem alimentos. A situação citada é brevemente retratada na série brasileira “3%”. A série relata com clareza um dos principais atuantes para a infeliz situação, a desigualdade social presente no país, que é diretamente relacionada à falta de ingresso dos pobres no mercado de trabalho o que nos leva ao segundo atuante dessa problemática, a falta de auxílio governamental .
Logo, a compreensão dos agentes para a desigualdade social enfrentada no país, é de suma importância. Primeiramente, um ingresso de pobres nas escolas e mercado de trabalho é extremamente dificultada. Como escolas públicas, além de oferecerem péssimo serviço, não preparam os alunos ao mercado de trabalho, portanto, dificultam essa etapa importante para a liberdade econômica do indivíduo, e, o fator principal do ato se trata da necessidade rápida de jovens e até crianças da periferia em trabalhar (geralmente mão-de-obra desvalorizada), portanto, esses não dificilmente conseguirão atuar de forma focada, nenhum sistema educacional oferecido gratuitamente pelo Estado.
Em seguida, a carência de recursos e auxílio que pretende ser providos pelo governo, é muito clara na sociedade brasileira. Para o governo, se tornou cômodo não investir nas periferias, que por sua vez, concentram a grande quantidade de pessoas, no entanto, esses preferem-se despreparados para qualquer situação de risco e dificuldade, inclusive a miséria. Desse modo, essa grande parcela da população vive um ciclo incurável: não consegue estudar, logo, não entram com eficiência no mercado de trabalho, e por fim, sem o auxílio do Estado, essas famílias presenciam a fome e a miséria.
No entanto, há a necessidade de uma reforma econômica social, iniciando pelo melhor preparo do serviço prestado nas escolas públicas, e, por parte do Poder Judiciário, é de grande importância, a maior fiscalização do trabalho infantil, que por sua vez, é citado nos artigos 402 e 421 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Portanto, ainda há a pobreza que deve ser amparada, bem como, o Ministério da Economia necessita de encarregar o sistema federativo da entrega de programas de alimentação, fornecendo cestas básicas e auxílio alimentação, um fim de sanar a fome e cessar a necessidade de fazer trabalho infantil encontrado nas periferias, assim, criando novas oportunidades para as gerações futuras e facilitando o ingressão dos mesmos no mercado de trabalho.