A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 15/07/2021
A fome provém da falta de alimentos que atinge um número elevado de pessoas no Brasil e no mundo. Apesar dos grandes avanços econômicos, sociais, tecnológicos, a falta de comida para representantes de pessoas no Brasil continua. Esse processo é resultado da desigualdade de renda, a falta de dinheiro faz com que cerca de 32 milhões de pessoas passem fome, mais 65 milhões de pessoas que não ingerem a quantidade mínima diária de calorias, ou seja, se alimentam de forma precária.
Atualmente, nota-se de início que a questão da fome no Brasil, é uma problemática, pois segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) pouco mais de sete milhões enfrentam esse problema, seja pela desigualdade social, pelo seja desperdício exacerbado de alimentos. Diante dessa problemática, é preciso analisar, principalmente que a mesma está relacionada principalmente aos moradores de rua e também das periferias, são pessoas em muitos casos marginalizados que sofre uma exclusão grande por parte da sociedade e que encontra um difícil acesso ao trabalho remunerada e passa a viver em condições precárias. De acordo com o IBGE, 25,4% da população vive na linha da pobreza e o maior índice se dá no Nordeste onde 43,5% da população se enquadra na situação por falta de distribuição de renda e de educação.
É também importante ressaltar que, os fatores que contribuem para esse mal é o crescimento econômico, insuficiente para acabar com a pobreza no Brasil. Isso acontece, devido à concentração de renda, que faz com que se perpetue uma desigualdade social. Além disso, devemos destacar a instabilidade política, a má administração dos recursos públicos e a injusta estrutura fundiária. Qualquer tentativa, minimamente séria, de atacar os problemas da fome e da pobreza deve considerar as suas mais profundas causas. Esse diagnóstico aponta, necessariamente, para a urgência de um amplo processo de redistribuição da riqueza nacional, e essa não é, evidentemente, uma tarefa que possa ser deixada para o mercado. Fica claro, portanto, que as políticas de promoção da segurança alimentar devem ser pensadas como parte de um projeto alternativo de desenvolvimento, que tenha como eixo central a promoção de um crescente processo de inclusão social.