A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 16/07/2021

Em meados do século 18 ocorreu a primeira revolução industrial, que trouxe inúmeras inovações tecnológicas para a época, juntamente com a grande taxa de pobreza e fome. Em consonância, a questão da fome continua um problema no século 21 , no Brasil inúmeros cidadãos trabalham firmemente e continua à deriva alimentar, muitas vezes pelos aumentos nos preços nos supermercados ou pela falta de trabalho formal no país. Em primeiro lugar, urge ressaltar que os colossais aumentos no preço da cesta básica é algo que corrobora com a fome.

Segundo o site de notícias “G1” a cesta básica de alimentos aumentou em todas as capitais chegando até 631,46 reais, que corresponde 53,45% do salário mínimo. Na atual pandemia , inúmeras pessoas não têm renda suficiente e ficam na escolha de pagar as contas ou comprar comida, desencadeando uma insegurança alimentar ou de moradia, além da desnutrição. Isso gera inúmeros riscos à saúde sendo urgente a solução dessa problemática a fim de garantir dignidade à população.

Ademais, a alta taxa de desemprego no país também é outro fator que afeta diretamente a alimentação. Segundo informações do “Correio Brasiliense” o número de desemprego chega a 14,7%, sendo o maior da história brasileira.Por consequência, o número da fome no país igualmente aumenta ainda mais, visto que muitas pessoas não conseguem comprar a cesta básica, fazendo com que alguns sujeitos optem por outras alternativas, como o furto de alguns produtos para escapar da margem da insegurança alimentar e a fome.

Necessita-se assim, de uma solução para que a taxa de desemprego não colabore com a criminalidade como porta de saída da subnutrição. Portanto, a questão da fome no Brasil continua algo urgente e periglitante à sociedade, sendo um enorme estigma que precisa ser sanado. Para isso, necessita-se da junção do Ministério do Trabalho juntamente com ONGs, a fim de melhorar a questão salarial e alimentícia do país, para revigorar a qualidade de vida do cidadão. Isso deve ser materializado por meio de campanhas feitas pelo ministério para combater o desemprego e a ajuda de ONGs para doar alimentos aos necessitados. Dessa forma, os problemas da primeira revolução industrial que continuam no Brasil tem seu devido fim.