A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 16/07/2021

O Modernismo brasileiro foi um movimento de grandes transformações sociais, políticas e estéticas, o que visava propor voz à realidade de todos os segmentos populacionais. No entanto, normalmente, esse ideal é revogado na medida em ocorre o problema da fome no país. Nesse sentido, é necessário destacar duas vertentes que contribuem para a perpetuação da querela: a pobreza proveniente da colonização exploratória sofrida pelo país e a má administração dos recursos governamentais.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a forma como o Brasil foi colonizado por Portugal. Nesse contexto, a coroa portuguesa adicionou tripulantes ao mar em busca de novas rotas para as Índias, um fim de conseguir especiarias indianas. Entretanto, uma tripulação encontrou o território brasileiro e notou que era um território fértil e novo para ser conquistado. Posto isto, uma nova terra para uma colônia de exploração, o qual Portugal não se importa com a administração e prosperidade do país. Assim sendo, o Brasil acarreta a pobreza, causadora da fome, desde essa época, o qual a população foi explorada apenas em prol da ascenção de Portugal.

Ademais, é uma indicação fundamental um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário mostra que, dos 30 países com maiores tributos do mundo, o Brasil é que apresenta o pior retorno à população. Nesse cenário, evidencia-se que o país coleta muito recurso, porém não é eficiente com a administração do dinheiro. Além do mais, essa alta tributação ocasiona diminuição da criação de novas empresas que são as responsáveis ​​pela geração de novos empregos, ocasionando aumento da probabilidade no país, e por consequência, da fome.

Depreende-se, portanto, a necessidade de melhoria na administração do dinheiro público. Para isso, é primordial que o Governo invista mais na Controladoria-Geral da União, com objetivo de fiscalizar os melhores recursos e combater a corrupção. Nessa circunstância, faz-se necessário a criação de novos cargos no Órgão, além de escolher bem quem colocar. Assim, o dinheiro público será melhor distribuído e o país conseguir diminuir a fome.