A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 22/07/2021

Desde o período colonial, o Brasil se destaca como um grande produtor mundial de alimentos, no entanto, quando se observa a fome no Brasil, hodiernamente, precebe-se que muitos brasileiros sofrem com a falta de alimentos. Pois, mesmo sendo um país continetal, a produção para o consumo interno é pouco valorizada, além desse fator, a má distribuíção de renda contribui para a constância do problema. Nesse sentido, convêm avaliarmos as principais causas da persistência do problema.

Em primeira análise, durante o período das grandes navegações, portugueses, espanhoes e holandeses, faziam grandes expedições para buscar especiarias e/ou descobrir novas terras, ao chegar no Brasil, plataram cana de açucar e em seguida o café, pois eram produtos de grande valor comercial. Dessa maneira, os brasileiros foram se especializando na monocultura, vizando sempre o lucro por meio das exportações, por consequência, a agricultura familiar e/ou produção para consumo interno ganhou poucos investimentos, com isso, produtos essenciais, como o trigo, que é base para vários alimentos, faltam na mesa dos brasileiros, pois esse deve ser importado, tornando vários alimentos caros, apesar do território brasileiro ter clima tropical, que possibilita o cultivo de diferentes alimentos.

Em segunda análise, de acordo com Aristóteles, filosófo, “A base da sociedade é a justiça’, esntretanto, ao verificar a má distribuição de renda dos brasileiros, percebe-se que existe uma injustiça, logo, muitos cidadões têm dificuldade de compra até alimentos da cesta básica. Atualmente, essa dificuldade foi agravada pela pandemia COVID-19, onde muitos brasileiros perderam ou tiveram sua renda reduzida, com efeito, várias pessoas não possuem dinheiro para comprar um prato de comida.

Diante disso, verifica-se a falta de interesse dos representantes brasileiros, para a produção interna e renda mínima. Dessa forma, a Câmera dos deputados deve elaborar e aprovar uma lei que obrigue latifunciários, produtores de monoculturas, a repassar uma porcentagem dos lucros com a exportação, para um fundo de agricultura familiar, para que seja repassado as familias carentes, que possuem terras agricutáveis, na forma de grãos, adubos, ração, entre outros insumos necessários para o plantil e criação de animais, divulgando a lei através das mídias sociaias, televisão, rádios e jornais, para que seja sabido por todos, principalmente os que serão beneficiados. Ademais, cabe aos municipios fazer uma busca ativa e cadastro das famílias que perderam e/ou tiveram sua renda reduzida com a pandemia, elém dos já cadastrados no Bolsa Familía, como também, os presentes na lista de espera, para a districuição de acordo com a composição familiar e acompanhado por um nutricionista, para garantir a alimentação adequadaa todos os membros da família. Dessa forma, garantir-se-á uma alimentação adequada para todos.