A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 19/07/2021

A globalização afetou a fome no Brasil

Desde o início da globalização, no século XIX, a população mundial, no geral, conseguiu melhorar as condições dos países, como o caso da Alemanha despois da indenização paga aos países vitoriosos da 2 Guerra Mundial. Entretanto, no Brasil a rápida industrialização agravou ainda mais a questão da fome, pois, atualmente, exitem inúmeras pessoas que vivem na linha da pobreza, ou seja, vivem com 2 dólares por dia. Isso, porque há muita desigualdade econômica na sociedade, logo, nem toda família consegue sanar as necessidades básicas.

Em virtude disso, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente cerca de 3,5% da população passa fome. Além disso, a maioria desses individuos sofrem por fome crônica, isto é, subnutrição, pois essas pessoas se alimentam, porém de maneira incorreta. Desse modo, essa subnutrição pode prejudicá-los, por exemplo causando dano ao sistema imunológico, consequentemente, isso aumenta as chances desses seres humanos adquirirem doenças de alto risco no seu organismo.

Dessa maneira, no Brasil que possui uma agropecuária bem desenvolvida, grande parte dos recursos produzidos são exportados. Por conseguinte, segundo a teroria do capitalismo de exploração, do sociólogo brasileiro Caio Prado Júnior, as exportações existem desda chegada de europeus no território brasileiro, porque eles retiravam riquezas e comercializavam para outros países. Por isso, a partir dessa época indivíduos, como os escravos, já passavam fome.

Portanto, os chefes de trabalhadores deveria distribuir de forma menos desigual o salário de seus funcionários, com o objetivo de reduzir o número de indivíduos que sobrevivem com 10 reais, ou seja, na linha de pobreza. Dessa forma, diminuiria a subnutrição da sociedade contemporânea e o sistema imunológico não seria menos danificado, logo, reduziria as doenças causadas pela falta de vitaminas no organismo.