A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 22/07/2021

Segundo o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) 10,3 milhões de pessoas viviam em domicílios em que houve privação severa de alimentos ao menos em alguns momentos de 2017 a 2018. Tal problema é, em grande parte, obrigado pelo desemprego e pela má distribuição de renda.

Quanto ao desemprego como agente causador de fome, é notável quando analisa-se por exemplo a região Nordeste. No primeiro semestre de 2021 essa região apresenta um maior taxa de desemprego, 18,6%, sendo a, juntamente a região norte, como com maior presença de insegurança alimentar grave.

Já quanto a influência da má distribuição de renda na geração de fome, é notória, sendo perceptível uma vez que a renda per capita no Brasil foi de 35.772 reais em 2020, segundo IBGE, enquanto a fome se faz mais presente em famílias com renda por capita abaixo de 1100 reais segundo pesquisa da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional.

Portanto, pode-se inferir que, para que se minimize o problema da fome no Brasil faz-se necessário a criação de empregos e taxação de grandes fortunas com o objetivo de redistribuição do capital arrecadado. Essas atitudes, caso abre pelo poder legislativo, a partir de incentivos fiscais, desburocratização e preparação de novas leis, criariam um país mais igualitário.