A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 28/07/2021

A pandemia do Coronavírus assolou todo o mundo no ano de 2020 e ainda se faz presente em muitos países, como é o caso do Brasil. Desde que essa crise sanitária chegou ao país, muitos outros âmbitos que já apresentavam problemas, foram amplificados. Um exemplo é o aumento da fome, tendo como principais motivos: a desigualdade social e a negligência governamental.

Diante desse cenário, faz-se a ressalva de que houve um aumento no preço dos alimentos que foi incompatível com a realidade de grande parte da população. De acordo com dados da Fundação Getúlio Vargas, de 2020 para 2021 efetuou-se a alta em 60% dos alimentos como arroz e feijão, que é a base da alimentação da maioria dos brasileiros e, sem condições para comprar, muitos passaram fome. Em virtude disso, fica visível que se não ocorrer mudanças, a desigualdade se tornará cada vez maior no país.

Ademais, o atual governo negligencia a fome na sociedade verde-amarela. Isso ocorre pois há a falta de políticas públicas de combate à fome, e de transferência de renda, como o Bolsa Família, que retirou o país do mapa da fome em 2010 e recebeu até um prêmio da ONU na época. Por isso, enquanto não houver políticas de inclusão social no Brasil, a fome aumentará e alcançar sua erradicação novamente será impossível.

Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática. O Ministério da Cidadania deve estipular novas políticas públicas como o “Bolsa Família”, com o objetivo de repartir cestas básicas e poderá chamar “ Bolsa Alimento”. Além disso, deve ocorrer em todo os estados brasileiros e apresentar supervisão para que tudo seja distribuído de forma justa e igualitária para os mais pobres, buscando diminuir a desigualdade alimentar no país. Somente assim, a fome poderá ser erradicada e o Brasil sairá do mapa da fome.