A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 29/07/2021

A fome não é um fenômeno natural. É um fenômeno social, produto de estruturas econômicas defeituosas. A epígrafe do ativista brasileiro Josué de castro, deixa visível a situação da fome no Brasil. Nesse contexto é possível analisar que  desnutrição não é apenas consequências dos fatores climáticos, mas também efeito da má distribuição de riquezas na nação brasileira. Isso gera um contraste econômico e social entre a sociedade.

É indiscutível que a desnutrição corrobora para permanência do problema, pois a subalimentação sempre foi um obstáculo para população brasileira. As mudanças climáticas adicionam mais uma dimensão a essas modificações estruturais e as tornam mais imperativas do que nunca e com a pandemia do covid-19 esta situação se agravou com as medidas de distanciamento social adotada para conter a disseminação do vírus, evitar colapso do sistema único de saúde, o fechamento dos estabelecimentos e das linhas produção aumentaram a crise econômica no país.

Cabe destacar, ainda, que a vil de divisões de riquezas também contribui negativamente para persistência desse impasse. A desigualdade é resultado de políticas errôneas que concentrar a renda na classe rica para soerguer investimentos e majorar a produção causado desproporção grupal. É ininteligível compreender um país onde os recordes de produção agrícolas se modificam de maneira progressiva no decorrer dos anos, enquanto a fome faz parte do cotidiano de inúmeras pessoas.

Portanto, algo precisa ser feito com urgência para atenuar essa questão. Logo, o governo federal, junto com ministério da cidadania promover ações que possam possam garantir as três refeições diárias. Fornecer cestas básicas não resolve o problema, apenas adia o mesmo é necessário oferecer circunstâncias para que os cidadãos tenha possibilidade de autossustentar por meio de trabalho e salário digno.