A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 28/07/2021
Para Karl Marx, o mundo é dividido entre a miséria e a abundância e, como consequência disso, a desvalorização do mundo das coisas. Todavia, de maneira análoga à essa divisão, a questão da fome no Brasil têm fatores motivadores que impactam diretamente na vida dos brasileiros, logo enfrenta problemas no que tange as suas consequências. Faz-se crucial, dessa forma, analisamos a desigualdade social e geográfica, bem como a inoperância governamental como as principais causas desse revés.
A princípio, deve-se pontuar que a desigualdade social e geográfica do país é intrínseca à essa problemática. Essa lógica é comprovada estatisticamente pelos dados do IBGE, que revela que 61% da população em vulnerabilidade socioeconômica já passou fome e essa taxa é ainda maior quando comparada as regiões do Brasil, no norte e sudeste como taxas beiram os 85%, evidenciando assim que a fome e como diferenças geográficas implicam-se sobre os nossos desejos com grande consequência em sua vida pessoal. Nesse sentido, infere-se que a renda é um fator de influência grande sobre as vulnerabilidades de preservação e geográfica.
Outrossim, é imperativo que a passividade governamental com os fatores motivadores também colabora com o descaso em erradicar a fome no Brasil. Isso decorre, principalmente, de um legado histórico da sociedade brasileira, em que a indiferença do governo no passado com a questão da proteção aos mais vulneráveis era algo comum, dessa forma, com as políticas públicas efetivas em relação à fome o governo passado a negligenciar o apoio às famílias mais pobres, aumento mais ainda o vale que divide a miséria e a fonte apontada por Marx. Assim, é substancial a mudança desse quadro, pois se faz necessário assegurar os direitos básicos garantidos pela Constituição dos Direitos Humanos.
É necessário, portanto, que medidas sejam apara para combater tais negligências, em especial, um governamental. Posto isso, o Ministério da Família deve, por meio de um programa, oferecer uma renda complementar para as famílias em vulnerabilidade. Tal renda deve ter o foco nas famílias que são afetadas por fatores geográficos, além de ter o objetivo de estimular a busca pela autonomia financeira com o auxílio governamental. Dessa maneira, a divisão proposta por Marx será menos evidente.