A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 17/08/2021

Vende-se por R$ 5,00 e compra-se por R$ 10,00

No atual cenário alimentício brasileiro, apesar da grande produção rural, pela baixa valorização da moeda (real), os produtores preferenciam exportar os alimentos do que vender para o consumo local. Em virtude do fato apresentado, para que haja consumo no país, é necessário importar alimentos, mas por conta da consequente alta no valor dos alimentos importados para o consumo, muitas pessoas não conseguem obter os alimentos, e assim, sofrendo coma a fome. Além disso, a desigualdade social no país têm obrigação da população com uma capacidade de compras de alimentos menor do que a necessária. Nesse viés, estas se submetem á precariedades para conseguirem alimentar-se.

Por conseguinte da atualização, quase toda a produção é vendida para o exterior. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 85% da produção brasileira de alimentos não é consumida pela população local. Na série brasileira apresentada pela Netflix, “3%”, é claro a desigualdade social entre as duas vertentes da população. Logo que, uma parcela da população encontra de encontrar alimentos, já a outra parcela, por ser um local valorizado, a alimentação é farta. Bem como ocorre no Brasil, assim, entende-se que quando há necessidade de importar alimentos por um valor maior do que aquele que se exporta, há uma decadência no poder de compra, deixando uma parte dos brasileiros sem esse insumo importante para a licença.

Evidentemente, a desigualdade no Brasil é uma problemática intensa, haja vista os dados fornecidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua (Pnad) revelam que o índice de desemprego encontra-se em 14,7%, atingindo diretamente nos consumos dos cidadãos, levando muitos dessas subtermerem-se em empregos míseros ou tornarem-se-se pedintes and ambulantes. A exemplo da desigualdade, em São Paulo, uma cesta básica custa cerca de 99,89% do salário mínimo.

Primordialmente, há uma necessidade por parte da Política Nacional de Alimentos e Nutrição (PNAN), com o fito de centralizar a produção local, a criação de incentivos para a venda interna, como: menores impostos a serem pagos e as melhores condições de trabalho nas produções. Para isso, é necessário que haja uma campanha conjunta ao governo, que direcione completamente estes incentivos aos produtores rurais. Dessa maneira, cessará a necessidade de importar produtos por valores elevados e a venda de alimentos será mais acessível a todos. Por fim, para que auxilie aqueles que estão desempregados, deva-de ser criado pelo Ministério da Cidadania e sancionado pelo Senado, que haja um Bolsa Alimentação, onde as verbas arrecadadas com multas de trânsitos seja direcionada à um cartão que estes cidadãos comprar alimentos para o consumo,