A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 16/08/2021

A realidade brasileira, principalmente durante a pandemia do COVID-19, apresenta um enorme número de pessoas que convivem com a fome. A música “Muleque de vila”, do cantor Projota, exemplifica em um trecho as dificuldades encontradas por muitos e a superação própria, mas alegando que em situações periféricas, as pessoas não passam fome por “comer o pão que o diabo amassou”, se referindo à única oportunidade de muitos, sendo o tráfico e a inserção no mundo do crime.

Primordialmente, é válido citar que existem diferentes tipos de necessidades relacionadas a alimentação. Elas se dividem em três tipos, sendo eles leve, moderada e grave, se referindo a qualidade e quantidade de alimentos, limitação na quantidade de alimentos e a fome recorrente da real falta de alimentos, respectivamente.

Ademais, vários outros fatores influenciam aqueles que não possuem comida na mesa a buscar, geralmente no tráfico e em meios ilegais, melhorias na condição de vida e alimentação, já que para muitos habitantes de zonas periféricas, é a única solução possível. Além disso, há a preocupação com determinadas regiões, como por exemplo o estado do Maranhão, onde mais de 60% da população passa por dificuldades para se alimentar em condições.

Portanto, é necessária a intervenção do Estado para que, principalmente nas regiões mais necessitadas, haja uma melhoria na alimentação das pessoas, fazendo isso por meios de políticas públicas e sociais, buscando melhores condições de vida para a população em geral, sobretudo para as pessoas mais necessitadas.