A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 10/08/2021
Equilibrio virtual
“O importante não é só viver, mas viver bem”. A declaração de Platão, filósofo grego, pode facilmente ser aplicada à questão do uso excessivo do Facebook. Esse cenário tem como origem clara negligência da população em relação ao abuso das mídias sociais, afetando a saúde mental e qualidade de vida das pessoas. Como cientista social, acredito que medidas radicais não são o melhor caminho para solucionar esse problema.
Dessa forma, compreendo que o acesso equilibrado, somado à navegação online de forma adequada, gera um ambiente seguro e saudavel para as pessoas. Com isso, as facilidades proporcionadas pelo Facebook como, compartilhamento de fotos e comunicação instantânea, são ferramentas necessárias no cotidiano da população. Esse pensamento, pode ser ilustrado pelo documentário “O dilema das redes”, que mostra usuários criando grupos de interação e aproveitando os benefícios desta rede social.
Dessa maneira, eu percebi que não só medidas radicais, mas também oferecer pagamentos para os participantes da pesquisa, causa uma impressão de despreparo por parte dos pesquisadores. Nitidamente, o estudo recentemente publicado no Social Science Research Network, um site aberto, perde sua credibilidade, pois o equlibrio é a melhor forma de garantir qualidade de vida. Esse pensamento vai de acordo com a frase do escritor francês, Victor Hugo, para quem “todos os homens são bons, mas não para todas as coisas”, visto que a qualidade do trabalho realizado deixa a desejar pelo carater extremista.
Diante do exposto, percebe-se que há dificuldades em usufruir do Facebook de forma adequada devido ao uso excessivo. Portanto, após muitos anos de estudos e pesquisas posso afirmar com clareza que a melhor maneira de ajudar os usuários é propondo limites de tempo para utilização da ferramenta, proporcionando um equilibrio saudável na vida das pessoas, fazendo com que elas aproveitem corretamente o tempo online mas também o offline.
José