A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 21/08/2021
Na Constituição Federal de 1988, um dos documentos jurídicos mais importantes do país, prevê em seu artigo 6º o direito à alimentação como inerente a todo cidadão brasileiro. Todavia tal constituição não tem se destacado da maneira correta, alguns cenários da causa disso é a desigualdade social, a falta de distribuição de renda, e até mesmo a falta de educação pois sem escolaridade menos opções de emprego e sem emprego quer dizer sem salário, e sem salário sem alimentos e saneamento básico.
Em primeiro lugar, devemos enfatizar a distribuição desigual de subsídios na sociedade brasileira. Segundo levantamento do IBGE, existem mais de sete milhões de pessoas passando fome no Brasil. Esse fator é decorrente da notória desigualdade social, pois várias dessas famílias vivem carentes, porque não encontraram um emprego digno, ou mesmo porque são mal remuneradas e não podem sustentar os pais. Por meio desses depoimentos, é óbvio que notou-se a urgência de se corrigir essa situação em nosso país.
Além disso, a exportação de produtos agrícolas brasileiros é outro fator impulsionador. As áreas rurais mais desenvolvidas agrícolas apresentam as maiores taxas de fome, com 6,3% das pessoas vivendo em ambientes instáveis. É vergonhoso testemunhar tais casos em países com rica produção rural. Portanto, é fundamental proporcionar uma distribuição de renda mais igualitária para esse grupo social em específico.
Vista a necessidade de resolver esses problemas, o Ministério da Cidadania deve promover o atendimento e subsídios às famílias carentes por meio de atividades nas redes sociais e visitas às famílias brasileiras para erradicar a fome no Brasil. Os estados precisam cumprir o artigo que tanto rege nossa Constituição Federal.