A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 11/10/2021
No livro “Vidas Secas” acompanhamos a trajetória da família de Fabiano no cenário seco e pobre do sertão, onde enfrentar além da falta d’água, a fome, que se torna um companheiro constante como reflexo da falta de condições melhores. Fora da simulação, hipóteses como a família retratada se fazem comum em reflexo da desigualdade social advinda da baixa renda de várias pessoas e problemas por causas naturais, como a seca. Sob esse viés, faz-se mister a resolução para essa mazela.
Mormente, a Constituição Federal de 1988 prevê a alimentação como direito social ao cidadão. Entretanto, apesar da grande influência da agricultura brasileira, é notável que a má distribuição de renda contribui para o crescimento da inanição. Dado que esse desequilíbrio de rédito dificulta a subsistência de vários tipos e contribui no fortalecimento da desigualdade social.
Ademais, as causas naturais são igualmente agravantes que impulsionam essa problemática. Tendo em vista as demais regiões do Brasil, é perceptível que o Nordeste é onde tem maior predominância deste impasse. Pois, a baixa ou as prolongadas de alta chuva, juntamente com as temperaturas contribuem negativamente na produção agrícola e pecuária, já que dificuldade o desenvolvimento dos recursos usados para tais atividades, potencializando a fome.
Em virtude dos fatos, torna-se mister a resolução desta problemática. O Ministério da Agricultura em conjunto com o Ministério de Desenvolvimento Social, deve, por meio de métodos de contenção e o uso da tecnologia, aplicar um projeto que vise a diminuição da escassez e o armazenamento de água, reduzindo a questão da inanição no Nordeste. Outrossim, uma campanha de arrecadação e distribuição de alimentos é igualmente importante, a fim de combater a desigualdade oriunda da má divisão de renda. Feito isso, hipóteses como a de Fabiano e sua família serão cada vez menos recorrentes.