A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 01/09/2021
Na Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito humano à alimentação como inerente a todo cidadão brasileiro. Desse modo, tal privilégio não tem se repercutido com ênfase na prática quando se observa a questão da fome no Brasil, dificultando, dessa maneira, a generalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva faz-se essencial a análise dos casos que favorecem esse quadro.
Em primeira análise, deve-se destacar a carência de medidas governamentais para combater a fome no Brasil. Nesse sentido, a desigualdade social é um problema presente no século XXI que afeta muitas pessoas que não tem condições financeiras.Nesse panorama as ideias do filósofo contratualismo John Locke, caracteriza-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre seu papel de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos fundamentais, como o direito humano a alimentação, o que infelizmente é evidente no país.
Outro fator, é necessário apontar o a ineficácia e má administração dos recursos naturais como impulsionador da fome no Brasil. Segundo pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, todos os dias morrem 17 pessoas por fome e em um ano mais de 6 mil pessoas falecem. Diante de tal exposto, essa falta de administração e cuidado com a população favorece esse cenário no Brasil.
É evidente, portando, a obrigação de combater esses desafios. Para isso , é necessário que o Governo Federal, por meio de incentivo à ONGs, atuando na área de assistência à alimentação, a fim de melhorar a qualidade de vida das pessoas e diminuir esse empecilho .Assim, se fortificara uma sociedade mais agradável, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.