A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 18/09/2021
Consoante à Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada em 1948 pela ONU (Organização das Nações Unidas) - é direito de todos os indivíduos, sem qualquer distinção, o acesso à alimentação e bem-estar social. Contudo, o cenário apresentado pela questão da fome no Brasil impossibilita que isso ocorra na prática, devido, não só a desigualdade social, como também a má distribuição alimentar.
Convém ressaltar, a princípio, que a desigualdade social é fator determinante na persistência do problema. Nessa perspectiva, entende-se que isso deve ao caso de várias famílias passarem por falta de verbas para obterem uma nutrição essencial. Nesse sentido, o número de pessoas que passam fome tem aumentado paulatinamente. Prova disso é um documento divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no qual afirma que mais de 7 milhões de pessoas convivem com a fome no Brasil, dado alarmante, visto que nos últimos anos só cresceu. Desse modo, a falta de igualdade social auxilia na propagação da problemática.
Outrossim, segundo o filósofo francês Jean-Paul Sartre: “o ser humano é livre responsável por seus atos, sejam eles bons ou ruins”, logo, com a crescente demanda do sistema capitalista, surge à necessidade do homem agir com responsabilidade diante da crescente fome no Brasil, visto que devido a má distribuição alimentar, muitas pessoas passam a viver em necessidades de alimentos essenciais à saúde e nutrição, no qual acarreta diversas doenças e enfermidades.
Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Nesse sentido, cabe ao Ministério do Alimento e do Desenvolvimento Rural - órgão responsável pelos assuntos relacionados à alimentação - promover, por meio da destinação de verbas, melhorias na distribuição e renda alimentar - principalmente em áreas periféricas - a fim de que todo indivíduo, sem qualquer distinção, possar usufruir desse direito promulgada pela ONU em 1948 .