A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 08/10/2021

Segundo estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, existem mais de 7 milhões de pessoas passando fome no Brasil, pois o Nordeste é a região mais afetada por esse problema. Vale destacar os fatores propulsores desse problema, como a desigualdade social e as questões ambientais.

A desigualdade social, ou seja, a distribuição desigual de renda, existe desde a colonização do Brasil, e os chefes hereditários concentraram grandes extensões de terra nas mãos de poucas pessoas. No entanto, a situação piorou: durante o período da ditadura militar, foi adotado o lema “primeiro o desenvolvimento, depois a distribuição”. A falta de interesse pelo bem-estar social do Brasil é significativa, especialmente em um país com terras férteis e agricultura desenvolvida. As pessoas mais pobres pagam altos impostos sobre alimentos cada vez mais caros. No entanto, os produtos agrícolas do Brasil são orientados para a exportação e têm salários muito baixos.

Secas, inundações e destruição de lavouras são alguns dos problemas ambientais que têm contribuído para o aumento do número de famintos no Brasil. Em primeiro lugar, é necessário enfatizar as causas desses problemas. Em primeiro lugar, com a intensificação do efeito estufa, mudanças do nível do mar e inundações em áreas costeiras, além da destruição de lavouras por pragas e distribuição desigual dos recursos hídricos, o comportamento humano tem degradado nosso planeta, que não são suficientes para atender, necessidades locais, no Nordeste, onde a fome é maior.

Devem ser tomadas medidas para resolver o impasse o antropólogo Darcy Ribeiro afirmou: “O Brasil foi o último país a acabar com a escravidão e sua herança é inerentemente anormal, o que deixa nossa classe dominante doente devido à desigualdade e à tomada de decisões”. Portanto, cabe ao governo propor e implementar medidas para que os produtos exportados possam ser consumidos no mercado interno, baixar os preços dos alimentos, reduzindo a fome, ao mesmo tempo que aumenta o salário mínimo, melhorando a distribuição de renda e, por fim, projetos como a água do Rio São Francisco. A troca será Melhorar a distribuição de água, principalmente no Nordeste, a partir dos papéis e elaborar, planejar e executar para eliminar o problema da fome no Brasil.