A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 23/10/2021

Segundo o escritor Eça de Queiroz, “Diz-me o que comes, dir-te-ei o que és”. Analogamente, no Brasil oriundo, percebe-se uma realidade parecida, visto que a questão da fome é um contratempo grave no país. Nesse contexto dois agravantes se destacam, a desigualdade social e a grande parte das produções agrícolas serem objetos de exportação. Logo urgem soluções que revertam tal cenário. Em primeira instância, é importante relembrar a má distribuição de alimentos para a sociedade brasileira. Segundo pesquisas do IBGE, mais de sete milhões de pessoas convivem com a fome no Brasil. Este fator é resultado da notória desigualdade social, na qual diversas famílias vivem em situações de carência por não obterem um emprego “digno” ou até mesmo por receberem um salário escasso que não consegue suprir um membro parental. Com tais afirmativas, nota-se a urgência em consertar esse quadro no país. Além disso, a exportação dos produtos agrícolas brasileiros também é outro fator motivador. As zonas rurais, as quais detêm a agricultura mais desenvolvida, são as regiões que possuem maior índice de fome, o que resulta num percentual de 6,3% de pessoas que vivem em condições precárias. Em um país no qual a produção rural é abundante, se torna deplorável presenciar casos como esse. Desta forma, é fundamental que haja uma distribuição de renda mais igualitária para esse grupo social. Portanto, a necessidade de enfrentar essas mazelas. Para isso, é essencial que o Governo federal, detentor do bem-estar social, através de campanhas nas mídias sociais e visitas nas residências brasileiras, promova atendimento e fornecimento de subsídios para famílias carentes, a fim de erradicar a fome no Brasil.