A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores
Enviada em 14/03/2022
A Constituição Federal de 1988 determinou no artigo 6" que todo cidadão brasileiro tem direito a alimentação, saúde e assistência. No entanto, esse beneficio não tem sido colocado em prática a todos as pessoas quando observada a questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores. Nesse sentido, observa-se um delicado problema, que tem como causas a desigualdade social vivenciada e a exportação de grande parte da produções agrícolas.
Primeiramente, é notável que grande parte da produção agrícola fabricada no país não é concentrada para a população. Prova disso, grande parte é utilizada para a exportação para fora do país e torna isso outro fator. Isto é, em países com maior índice de fome que tem zonas rurais com agricultura mais desenvolvida. Tal como, de acordo com o site “Toda matéria” regiões como Norte e Nordeste são onde esse problema está agravado. Pela mesma razão, estados como Maranhão, Piauí, Amazonas, Pará e Acre afetam 60% dos habitantes que passam por dificuldades. Também, outro fator que agrava a fome no país somado aos produtos serem objetos de exportação, são a seca, as inundações, a destruição de lavouras provocadas por pragas e desastres naturais.
Em segando plano, é importante ressaltar a má distribuição de recursos para a sociedade brasileira. Isto é, de acordo com as pesquisas feitas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatistica (IBGE), mais de 7 milhões de pessoas convivem com a fome no Brasil. Além disso, a pesquisa publicada em 2014, constatou ainda que, em 21 milhões de domicílios, pelo menos uma pessoa passou um dia inteiro sem comer por falta de dinheiro. E é evidente que tal fator é resultado da notoria desequilíbrio social, no qual diversas familias vivem em situações de carência.
Portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar essa problemática Seguidamente, o Ministério da Economia juntamente com o Ministério do Meio Ambiente deverão criar campanhas de arrecadação de alimentos por meio de projetos nas áreas de recepção dos alimentos, e fiscalizar as exportações para que assim não haja falta de alimentos nas regiões mais pobres do país. Tal ação deverá ser investida com verbas do Estado.