A questão da fome no Brasil e seus fatores motivadores

Enviada em 16/08/2024

A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6⁰, o direito a alimentação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a insegurança alimentar, dificultando, deste modo a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se uma imperiosa a análise dos fatores que favorece esse quadro.

Em um primeiro análise, deve-se ressaltar medidas governamentais para combater a falta de alimentos, nesse sentido, a fome. Essa conjuntura, segundo o filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem desse direito indispensáveis, como a alimentação, o que é evidente no país.

Ademais, é fundamental a pontar a desnutrição como impulsionador de problemas de saúde no Brasil. Segundo a Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mais de 60 milhões de pessoas sofrem de algum grau de insegurança alimentar. Diante de tal exposto, a falta de uma alimentação adequada. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio de campanhas públicas, e investimento para pessoas com baixa rende, e para mães solos desempregados, um salário mínimo, a fim de uma qualidade de vida melhor. Assim, se consolidara uma sociedade mais saudável, onde o estado desempenha corretamente o seu “contrato social”, tal como afirmar Jonh Locke.