A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 18/05/2018
Durante a Segunda Guerra Mundial, o planeta conheceu um dos líderes mais extremistas do século XX: Hitler. Com o seu governo nazista, pregava superioridade, raça ariana, que, de acordo com ele, era da Alemanha. Esse panorama contribui na questão da xenofobia, que, no Brasil, não obteve tamanha repercussão. Contudo, hodiernamente, nota-se pequenos grupos racistas e com aversões culturais. Nesse contexto, é crucial a intervenção estatal, além do respeito ao cidadão.
Em primeiro plano, sabe-se que a constituição brasileira permite a liberdade de expressão e condena práticas de cunho segregacionista. Evidencia-se, também, que o Brasil é conhecido, popularmente, pelos bons costumes em receber imigrantes. No entanto, essas pessoas acolhidas pelo povo brasileiro são oriundas de países desenvolvidos, ou seja, imigrantes de países subdesenvolvidos são desprezados e sofrem xenofobia, em sua maioria. Nesse viés, os indivíduos devem denunciar tal destreza, por que esses tipos de atitude podem culminar a morte, como foi o caso dos judeus, que viviam naquela Alemanha nazista.
Em segundo plano, vem o respeito que, embora seja algo trivial de se mencionar, é de suma importância para que haja harmonia entre os cidadãos, independente de sua naturalidade. Ademais, o Estado deveria dar auxílios para esses imigrantes de países pobres, ofertando condições adequadas de moradia e trabalho, pois tanto o ponto ético, quanto o ponto social, provoca a xenofobia.
Fica claro, portanto, que medidas públicas devem ser tomadas. Sendo assim, cabe ao Governo reforçar as leis vigentes e as sanções que tal indivíduo terá, caso não cumpra tais normas. Similarmente, o Ministério da Educação, deve atuar nas escolas, por meio de palestras, visando explicar a igualdade social, os limites que cada um tem em sociedade e os direitos e deveres presentes na constituição, sem se sentir superior ao outro. Com isso, a xenofobia não será mais problema nesse país.