A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 08/04/2019

A xenofobia é entendida como aversão a tudo que é estrangeiro: culturas, comidas e religiões. No Brasil, a população proveniente de outros países, ocupam um percentual de 0,4% de habitantes, consoante à Revista Veja (Fevereiro, 2019). Nesse sentido, são vários os casos xenófobos que ocorrem cotidianamente, logo, deve ser combatido, pois, contribui para o racismo e discriminação com os nordestinos.

Em primeira instância, o racismo, diante da cultura estrangeira, decorreu com a chegada dos povos europeus ao país. Durante o período colonial brasileiro, os jesuítas defendiam a escravização dos negros, mediante base teológica a qual acreditavam (relacionada à raça). Desse modo, convêm equiparar os problemas arcaicos com os atuais, uma vez que algumas pessoas de pele escura sofrem processos de trabalhos escravos, em pleno século XXI, este é disseminado quando a ele soma-se o racismo.

Em segunda instância, pode-se verificar que a discriminação com os nordestinos é causa evidente para a propagação do problema. Após as eleições do Brasil, em Outubro de 2018, os cidadãos que habitam o nordeste foram alvos de discriminações, por meio de  publicações com discursos xenófobos em redes sociais, conforme o Jornal Nacional. Essa prática, contribui para um corpo social baseado em princípios não-cordiais, visto que o voto é um direito de todos, não podendo, portanto, ser justificativa de agressões verbais.

Em suma, faz-se imprescindível a tomada de medidas atenuantes ao entrave abordado. Posto isso, concerne ao Estado, por intermédio do  Poder Executivo e o Ministério do Trabalho, a efetuação das leis trabalhistas, para que, fatos históricos de escravização não persistam na  atual sociedade. Além disso, é necessário que os gerenciadores das mídias sociais, mediante as inúmeras possibilidades dos aplicativos digitais, potencializem os indicadores de denúncias, a fim de que discursos xenofóbicos sejam findados.