A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 08/04/2019

A xenofobia, apesar de ser um fenômeno social popularizada há poucos anos, foi algo que se perpetuou desde muito tempo atrás, tendo como característica a repudia e preconceito à pessoas de nacionalidade distinta. Ademais, essa problemática vem se tornando, gradativamente, cada vez mais intensa, sendo fruto de uma sociedade alienada e ignorante, juntamente pela ineficiência das leis referente à proteção contra a xenofobia. O Brasil é idealizado como um país acolhedor, mas essa característica se torna contrária quando se é analisada um pouco melhor.

Na época do nazismo, judeus e as minorias foram perseguidos e exterminados no território em que Hitler dominava, tudo devido a uma visão totalmente preconceituosa. Similarmente a realidade contemporânea, em que pessoas como os refugiados, por exemplo, deixam seus países de origem para fugir das guerras e buscar melhores condições de vida em outro lugar, são alvos de inúmeros comentários supérfluos como “Sai do meu país”,” terrorista”, entre outros. Ações como essas quebram perspectivas humanitárias postas ao povo brasileiro.

Além do mais, nos últimos anos a entrada de estrangeiros no Brasil aumentou de forma significativa, e consequentemente os casos de xenofobia. A Secretaria Especial de Direitos Humanos apresentou um levantamento realizado em 2015, com dados de denuncias sobre violência de direitos humanos, constatando um crescimento de 663% das denuncias de xenofobia em 2014. Em virtude dessa situação, é preciso mudança, tendo em vista que cada vez mais está preocupante, pois conforme Martin Luther King dizia: “ Toda hora é hora de fazer o que é certo.”.

Em síntese, se faz necessário medidas para resolver esse impasse. Dessa forma, o Ministério da educação, juntamente a professores e psicólogos poderiam realizar projetos e palestras nas escolas, para trabalhar na desconcentração de pensamento intolerante e preconceituoso contra culturas diferente, e frisar a tolerância aos imigrantes, por exemplo, por ser um grupo bastante atingido. Igualmente, o Ministério da Justiça deveria julgar esse crime com mais eficiência, além de colocar punições mais severas visando minimizar as agressões postas nesse contexto.