A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 31/03/2019

Na Grécia Antiga, o preconceito contra estrangeiros era muito frequente. Isso porque, na época, esses imigrantes não eram considerados cidadãos, não possuíam os diretos que os outros cidadãos possuíam. Hodiernamente, a xenofobia ainda é extremamente presente no Brasil e torna-se prejudicial aos imigrantes e refugiados que, consequentemente, são excluídos da sociedade.

Em princípio, é fato que a xenofobia se origina na diferença da língua falada e da cultura que esses indivíduos expressão. A diferença entre as línguas gera uma dificuldade de comunicação entre os indivíduos, como ocorre no livro Vidas Secas de Graciliano Ramos, no qual o personagem principal chamado Fabiano é preso pela dificuldade de se comunicar com as outras pessoas. Consequentemente, isso torna a exclusão e o preconceito mais acentuados.

Além disso, a grande falta de inclusão desses indivíduos dificulta a adaptação no país onde estão inseridos. A xenofobia torna a adaptação desses indivíduos mais complexa, principalmente no mercado de trabalho no qual eles precisam ser inseridos, isso gera uma enorme segregação entre os cidadãos nativos e os que imigraram.

Portanto, é mister que medidas sejam tomadas para resolver o impasse. O Estado Executivo deve criar um pequeno curso para imigrantes do Brasil para desenvolver a linguagem, facilitando a comunicação entre os cidadãos. Ademais, o Ministério do Trabalho e do Emprego deve providenciar medidas para inserir esses indivíduos no mercado de trabalho, e diante desse cenário, com a ajuda do MEC, instituir palestras nas escolas sobre a inclusão de imigrantes acabando, assim, com a xenofobia e construindo uma sociedade extremamente mais avançada que a Grécia Antiga.