A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 03/04/2019
Repúdio do nosso próprio sangue
A vinda de médicos oriundos de Cuba – pelo programa mais médicos – gerou grande transtorno no Brasil. A população se locomoveu até as ruas com o intuito de protestarem com a chegada em massa de estrangeiros, que ao menos sabiam se comunicar de forma correta à moda da casa. A disseminação do discurso de ódio afeta classes minoritárias, como citado a cima e assim podendo gerar violência pela não aceitação do diferente.
Deve-se pontuar de início, que a xenofobia no Brasil se dá pela aversão dos brasileiros a perderem sua identidade. Por essa razão, os médicos nativos de outro país sofrem com a não aceitação da sociedade. Muitos nacionalistas culpam os imigrantes pela falta de recursos básico, sendo que nenhum individuo perde nada por causa de um estrangeiro. A população deveria olhar o programa como um auxílio para a saúde dos brasileiros e não como um motivo de disputa.
De mesmo modo, destaca-se, que em 2017 foi publicado uma nota sobre o Brasil ser contra a xenofobia e recusar qualquer forma de ódio, disponível na estrangeiros brasil, pois somos fruto de imigração. Contudo, essa disseminação continua a “flor da pele” por causa da não aceitação de pessoas com outros costumes. A xenofobia pode ocasionar destruição de uma civilização, consequentemente precisa ser criado maneiras de proteger essa minoria.
Urge, portanto, a necessidade de medidas para solucionar o problema. À vista disso, cabe ao Ministério da Justiça criar normas de proteção para não nativos, para que desta forma torna-se a vida deles mais segura, protegendo-os da violência. Já a Mídia poderá colaborar com a divulgação sobre a mistura dos sangues, que geraram a etnia brasileira, desta maneira podendo fortalecer a proposta de segurança.