A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 07/04/2019
Segundo Sócrates “a maneira de se conseguir boa reputação reside no esforço em se, ser aquilo que se deseja parecer’’. Xenofobia é o medo(fobia) ao estrangeiro, idioma, etnia, personalidades e estilos, uma aversão ao que se torna diferente do habitual. Em regiões brasileiras de tradições diversas, as comunidades agem com ações xenofóbicas.
Os refugiados que imigram para o Brasil como os Haitianos, Muçulmanos e Venezuelanos são tratados com ódio, rivalidade e indiferenças, ocorrendo vários relatos de muçulmanos e haitianos que sofrem desde a chegada ao país exemplo, as mulheres que vestem o véu e usam burca é motivo de piada como exemplo: ‘‘mulher bomba’’ ou “cuidado pode ser uma terrorista”. Se é negro e haitiano ou fala outra língua é evitado e dessocializado dos direitos mesmo sendo cidadãos regulamentados no país, são casos de famílias que já são brasileiras de grande miscigenação e sofrem com o preconceito e a não aceitação de cultura como o gaúcho do sul do Brasil e o nordestino que emigra do nordeste e imigra para o sudeste (São Paulo) do país em busca de trabalho e oportunidades que não acham no seu lugar de origem e toleram bullying e preconceitos por conta do sotaque e suas proveniências. Com isso não conseguem empregos por, não serem do país ou por ser de aspecto diferente.
O mesmo ocorre com os estrangeiros só que de forma pior, segundo a publicação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em 2016 de acordo com entrevistas de haitianos residentes na região metropolitana de Belo Horizonte (BH) foi descoberto que 60% dos homens haitianos entrevistados sofrem com a xenofobia. E em relação as mulheres esse número atinge 100%. Por conta disso as mulheres lutam para conseguir uma boa reputação com muito esforço e serem aquilo que desejam, parecer como são de verdade o quanto mulheres estrangeiras tem voz e ação na sociedade.
Contudo, segundo Nelson Mandela “Ninguém nasce odiando outras pessoas, e se somos ensinados a odiar, também podemos aprender a amar”. Perante isso o Ministério da Educação (MEC) com os seus recursos devem divulgar e propor as escolas, junto com os pedagogos, a ensinarem amar uns aos outros e que não deve existir diferenças, que somos todos iguais e não devemos fazer o outro se sentir uma vitima, e inferior aos outros.