A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 17/05/2019

O artigo 6º, da Constituição Cidadã, de 1988, garante a todos os indivíduos o direito á segurança, assistência e ao bem estar social. No entanto, o sentimento xenofóbico, contra estrangeiros, por parte de uma minoria desrespeitosa,com xingamentos de ódio e agressões físicas tem impossibilitado que todos desfrutem desses direitos. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade democrática e empática não seja driblada.

Primeiramente, faz-se notório parafrasear, que, um dos fatores principais sobre este impasse é a falta de empatia enraizada na sociedade contemporânea. Repudia, ódio e xingamentos, são algumas das ações desumanas sofridas frequentemente por indivíduos de outras nacionalidades. De acordo com o site Carta Capital, os primeiros alvos desses ataques são os refugiados, como, os haitianos, com casos de 26,8% dos crimes de xenofobia, e, em segundo lugar, os muçulmanos, com cerca de 15,45%. Diante do exposto, é imprescindível que esse cenário caótico e cruel se perpetue.

Dessa forma, faz-se mister, ainda, salientar o medo por parte das vítimas, que, constantemente, se amedrontam em denunciar os criminosos a justiça. De acordo com a frase do poeta modernista, Carlos Drummond de Andrade, " No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho “. Dessa forma, a tentativa de resolver a questão dos preconceitos xenofóbicos, tornam-se um grande impasse, ou seja, uma pedra no meio do caminho do governo para a tentativa de solucionar o mais rápido possível.

Portanto, medidas devem ser expostas para que essa problemática não prossiga em nossa geração. Em primeiro lugar, cabe ao Ministério da justiça, liderado pelo Ministro Sérgio Moro, em parceria com o Ministério de Segurança Pública se comprometerem em assegurar aos estrangeiros de que eles possuem o apoio das autoridades governamentais para se refugiar quando essas agressões ocorrerem, através da criação de delegacias somente para lidar tais crimes de xenofobia. Ademais, a CONAR (Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária) promover campanhas nas redes socias, por meio de hashtags de sensibilização social. Afim de contribuir para uma comunidade melhor, mais justa e igualitária.