A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 16/08/2019
Durante a Segunda Guerra Mundial, umas das maiores demonstrações xenofóbicas ocorreram. Uma vez que, com a ascesão do Nazismo, o ódio e aversão disseminada pelos alemães á outros grupos foi a causa de milhões de mortes. Nesse sentido, aflora um autêntico irrespeito para com os imigrantes.
Nessa sensação de ultraje soa fundamental a indiferença da sociedade com esse público. A Carta Magna,preconiza em seu quinto artigo, que todos os residentes do país,naturais e estrangeiros, são iguais perante a lei e assegura a inviolabilidade do direito à vida e à segurança. Contudo,a ocorrência de casos de violência com motivação xenofóbica impede que as garantias da constituição, sejam exercidas na prática. Logo, essa inércia desvirtua o foco do texto constitucional.
Ademais, a ausência do Estado amplifica os casos referentes à essa problemática. Em 2013, médicos cubanos sofreram repressão por parte dos nacionais, sendo chamados de “escravos”. Tal matéria, expõe o quão insensível, o Poder Público se mostra e alheio em uma temática dessa amplitude e seriedade no âmbito social. Com isso, especulariza o destoamento de sentimento de direito desse público.
Refletir sobre a questão da xenofobia demanda cautela, é oportuno elencar dois atores, o primeiro recai na coletividade, à qual deve promover o sentimento de solidariedade, a fim de manter a paz e respeitar tal público. Outrossim, o Poder Estatal deve açular por meio de campanhas publicitárias vinculadas nas plataformas digitais e televisivas sobre os fatores que o levaram a mudar de país, com o intuito de aguçar para a promoção de repúdio à esse tipo de crime. Afinal, “o resultado mais sublime da educação é a tolerância” denota Hellen Keller.