A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 10/08/2020

Durante a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha perseguiu, torturou e matou milhões de pessoas que pertenciam a grupos considerados indesejáveis e inferiores pelos nazistas. Essa discriminação ainda persiste diante certos grupos de pessoas, principalmente os imigrantes. Essas ideias xenofóbicas ocorrem por causa da noção de superioridade de cultura (chamado de etnocentrismo) e a ignorância em relação a alguns povos.

Primeiramente, é preciso lembrar que existe falta de conhecimento dos brasileiros perante pessoas de certos países. Alguns indivíduos utilizam termos de cunho xenofóbico. Um exemplo clássico são os muçulmanos, designados erroneamente por alguns como “homens-bomba” e “terroristas” devido aos ataques realizados por grupos radicais islâmicos, que são apenas uma parcela da população.

É possível afirmar que a falta de educação adequada por parte do Estado pode formar indivíduos etnocêntricos. Uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) revela que 60% dos homens haitianos sofrem de xenofobia e outros tipos de preconceito no local de trabalho. No caso das mulheres, esse número atinge os 100%.

Portanto, é visível a presença da xenofobia no Brasil. Para amenizar esse problema, o Governo deve incluir nas escolas aulas especiais sobre ética e valores humanos, com o objetivo de formar indivíduos que respeitem o próximo. Os xenofóbicos devem receber punições severas, além de serem obrigados a indenizar a vítima da discriminação. Essas medidas serão importantes para diminuir a onda de intolerância que atinge o país.