A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 11/08/2020
O discurso xenófobo está difundido desde a antiguidade e, no Brasil, a situação não é exceção. Ao longo da história, os atos bárbaros dos romanos com estrangeiros tornaram-se cada vez mais errados, mas não o suficiente para evitar completamente a modernidade. Nesse sentido, é necessário debater as causas e consequências para solucionar o problema.
Em primeiro lugar, embora Aristóteles apresente muitas idéias controversas, elas contribuíram muito para a compreensão de certos tópicos. De acordo com seu pensamento teleológico, tudo tem um propósito e propósito. Nessa perspectiva, ao comparar esse tipo de pensamento com o Brasil atual, pode-se afirmar que a deformidade moral e moral confirma a constatação da adversidade e a aplicação insuficiente da lei. Por causa das deformidades e queixas não resolvidas na pesquisa em ciências humanas, também se formaram pessoas centradas na etnia.
Além disso, o objetivo da xenofobia ainda é seguir a linha de raciocínio de Aristóteles, e a finalidade é espalhar a superioridade de uma pessoa sobre outra. Um exemplo disso é o conceito de cidadania de Atenas na Grécia antiga, que só pode ser exercido por quem herdou totalmente a Pólis. No Brasil contemporâneo, isso não só causou um declínio na indústria do turismo, mas também trouxe algumas consequências, como econômicas e sociais, devido à evacuação de um grupo de pessoas.
Portanto, o conceito do filósofo francês Pierre Bourdieu se expressa como a influência da classe dominante no pensamento dos outros, o que confirma que o conceito de exclusão está na população para aquelas cidades que não pertencem à hierarquia social.
Diante do exposto, segundo Auguste Comte, ao tentar acabar com a xenofobia, “é preciso saber prever para fornecer”. Portanto, o Ministério da Justiça e o Ministério da Cultura devem realizar campanhas e projetos de uso de políticas coletiva tendo como objetivo dessa medida desconstruir os estereótipos dos imigrantes e reduzir gradativamente a xenofobia.