A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 10/08/2020
Xenofobia no Brasil.
Historicamente, retratado no filme “o menino do pijama listrado”, durante a Segunda Guerra Mundial, uma vez que demostra o ódio e a discriminação dos alemão a grupos como, por exemplo, judeus e homossexual, onde foi a causa da mortes de milhares de pessoas na época. Ao analisar e de acordo com a produção cinematográfica acima, percebe-se que a xenofobia não é um problema atual.
Simultaneamente, esse contexto de intolerância persiste na sociedade, onde os imigrantes são os mais afetados. Desta maneira, as pessoas xenófobas costumas criar ideias para a negação de grupos como, por exemplo, “Todo muçulmano é terrorista”. Nesse sentido, a xenofobia não decorre no medo, mas da falta de informação e do preconceito conta as diferenças. Contudo, no Brasil há também outro lado da xenofobia da qual é reproduzida contra os próprios brasileiros que são originários de outras regiões do país. Isso é muito comum em locais que recebem grande quantidade de pessoas à procura de emprego e de uma vida melhor.
Além disso, deve-se destacar que embora se trate de um crime garantido pela Constituição Cidadã de 1988, ainda existem casos de xenofobia na esfera social. Na cidade do Rio de Janeiro em 2017, Mohamed Ali, residente sírio no Brasil, foi agredido verbalmente, apelidado de terrorista suicida e condenado a deixar o país. Nesse sentido, é conhecido o pensamento etnocêntrico de um indivíduo em relação a um refugiado da sírio.
Consequentemente, ao caminhar para uma sociedade menos xenófoba e mais cordial, é necessário superar os obstáculos que ainda existem para a dizimação dos casos de xenofobia no Brasil. O governo federal, em cooperação com o Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), deve monitorar e investigar os casos relatados de práticas xenófobas para que os refugiados se sintam socialmente integrados dessa forma. Além disso, a escola tem que organizar seminários, liderados por profissionais locais, em todas as turmas, principalmente no ensino fundamental, devido à falta de um senso crítico treinado por parte dos alunos, o que mostra que não há perigo em viver com estrangeiros.