A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 10/08/2020

O Brasil, devido a sua grandeza, é um país que abriga diversos povos de etnias e culturas diferentes, sendo assim, é natural que em cada estado tenha certa autenticidade cultural, possuindo tipos únicos de comidas, comemorações estaduais, dentre outros costumes que são enraizados da própria região. E, por ter essa diversidade, convivemos juntos em sociedade com pessoas autênticas, com costumes e feitios que para elas são normais e para outros não, porém, é de suma importância que seja respeitada a cultura da própria, pois somos criados e crescidos em ambientes diferentes, onde vamos aprender a nos comportar conforme for ensinado.

Diante disso, é inevitável que houvesse pessoas que não soubessem viver em sociedade com as diferenças citadas anteriormente, pessoas que não sabem aceitar a divergência cultural e por isso tratam os “divergentes” de forma diferente. É de conhecimento geral que todo tipo de preconceito é crime. Quando é realizado certo tipo de ação ou comentário que fira a existência de outro, passa a ser considerado um ato preconceituoso, e isso deve ser repudiado. De acordo com o 3° parágrafo do artigo 140, do Código Penal, qualquer rejeição referente a cor, raça, etnia, religião, condição de pessoas idosas ou indivíduo portador de alguma deficiência, é considerado crime, sendo sua pena, a reclusão de um a três anos e multa.

Vivemos num país com muitas diversidades e isso deve ser respeitado. Não se deve deixar os modos e costumes de outros influenciar seu respectivo espaço na sociedade. Todos temos direitos como pessoa, independente da etnia, pois somos todos humanos.

Sendo assim, a educação é muito importante quando falamos de xenofobia ou qualquer outro tipo de preconceito. Desde cedo devemos aprender a respeitar as pessoas independente de seu jeito. Para que cresçamos sabendo do contexto em que vivemos, é viável esses ensinamentos de respeito serem influenciados nas escolas. Além disso, espalhar propagandas de inclusão para aqueles rejeitados. Para que os que rejeitam, sejam conscientizados e entendam que todos devem ser tratados igualmente.