A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 23/12/2020

Machado de assis, em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamentos egoístas e superficiais que caracterizam essa nação.Fora da Ficção, percebe-se que o elevado índice de xenofobia no Brasil, se assemelha a perspectiva do pensador sobre esse país.Assim, isso ocorre não só pela falha das instituições de ensino, mas também pela insuficiência legislativa.

Em primeiro plano, evidencia-se que desapropriação educacional frente a xenofobia, se relaciona diretamente como um dos causadores da problemática.De acordo com o filósofo Kant ‘‘O ser humana é resultado da educação que teve’’.Da mesma forma que o pensador analisou, o sistema educacional é fundamental na formulação de condutas e pensamentos morais numa sociedade.No entanto, perbece-se que meios educacionais não vem abordando nas salas de aulas, sobre as diversas culturas existente no Brasil e no mundo, dado que, se houve-se livros didáticos, palestra, voltada para o conhecimento de outras culturas e raças, o estranhamento dos cidadões sobre os estrangeiros, tenderiam a diminuir, ja que, durante sua formação educacional o indivíduo teve um ensinamento educacional sobre as peculiaridades de cada cultura.

Ademais, outro ponto relevante no que coencerne a xenofobia, é a insuficiência legislativa.Na análise do filósofo Jonh Lock ‘‘As leis fizeram-se para os homens, e não para as leis’’.Ou seja, ao ser criado uma lei, é preciso que ela seja devidamente aplicada para assegurar o bem comum numa sociedade.Assim, assimila que a lei 9.459 penalize os infratores e proteja às vítimas que sofreram danos de indole xenofobica, todavia, não é o que vem ocorrendo na realidade, dado que, segundo o SEDH, houve um aumento de 633% de casos de crimes relacionado a xenofobia.Nesse contexto, nota-se que a aplicabilidade da lei vigente, não cumpre o papel de punir os infratores e zelar as vítimas por uma insufiência legislativa.

Portanto, medidas são necessárias para mudar o quadro atual.Urge, então, que o MEC, em parceira com as escolas, introduza na grade curricular os alunois, desde do  ensino fundamental, materias que amplie o repertório cultural de outras etnias, como africano, mulçumano, hatiano e outras nações, a fim que, desse modo, o indivíduo não tenha um estranhamento quando se deparar com um entrangeiro que possui costumes e hábitos diferentes por conhecer a cultura do forasteiro.