A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 22/09/2021

Após a segunda guerra mundial, o mundo se horrorizou com o episódio do holocausto judeu, mas, na atualidade, é crescente a aversão ao estrangeiro. Dessa forma, no Brasil, a disseminação da xenofobia com prática aceitável, fez aumentar as denúncias desse crime, e coloca em evidência a necessidade de erradicar este comportamento de exclusão social.

Neste contexto, o país vem recebendo imigrantes que sofrem com as guerras e crises civis em suas nações. Conforme dados da ONU para refugiados (ACNUR), o número aumentou, principalmente, entre venezuelanos (60%) e haitianos (23%). Embora o Brasil tenha fama de ser “cordial” com os diversos povos, isso é um mito, porque os estrangeiros são agredidos de forma física e psicológica, e relatam a dificuldade de viver no país em meio a tanta antipatia por parte dos brasileiros.

Ademais, a prática de violência ocorre por parte das pessoas que não aceitam as diferentes culturas, usam a economia, a religião e, até mesmo, a cor da pele para justificar as agressões. Porém, apesar da xenofobia ser uma realidade crescente nas sociedades, o Brasil, já dispõe de leis que criminalizam os agressores; além disso, possui campanhas de conscientização proposta pelo Ministério da Jusiça, que promove o repúdio ao discurso xenofóbico e exalta o respeito a todos os indivíduos.

Fica evidente, então, que para erradicar a xenofobia no Brasil, é necessário combater a prática de agressões ao estrangeiro. Desse modo, além de aplicar a lei e campanhas do governo - como já citado - é essencial educar os jovens nas escolas, tendo como agente os professores e a comunidade, por meio de palestras que ensinam a respeitar o diferente, em especial os imigrantes, a fim de reduzir a aversão aos refugiados e aprender a respeitar qualquer ser humano, independente de sua etnia. Somente assim, com a educação, é que se evita, no futuro, um novo holocausto.