A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 18/10/2022

O quadro expressionista “O grito” do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânia, o sentimento de milhares de indivíduos que sofrem com a xenofobia é um grande desafio na sociedade brasileira é, amiudadamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Nesse viés, tornar- se crucial analisar as causas desse revés, dentre as quais se destacam a negligência governamental e a desigualdade social.

Partindo desse ponto de vista, é imperioso notar que a indeligência do estado potencialize a xenofobia. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplificam a teoria das instituições zumbis do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, todavia, sem cumprirem sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido à baixa autoridade, a falta de discurso sobre pessoas estrangeiras, assim sendo novo para sociedade os refugiados, criando uma visão esteriotipa. Nessa perspectiva, para completa a refutação do estudioso polonês e mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.

Ademais, é igualmente preciso apontar a desigualdade social como outro fator que contribui para a xenofobia. Posto isso, de acordo com, Aristóteles, filósofo grego, “a política tem como função preservar a integração entre os indivíduos da sociedade”. Diante de tal exposto, a sociedade sofrem um tipo de preconceito com os refugiados, criando um imagem ruim, por conta que mudaram de local, para fugir das guerras do determinado país. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.

Diante disso, portanto, são necessárias medidas capazes de mitigar a xenofobia. Dessarte, a fim de diminuir esse impasse social, é preciso que o Governo Federal assegure o bem social de todos os brasileiros, tendo em vista o poder estatal, investir em campanhas e efetivar as leis, por meio de divulgação em televisão, redes sociais, plafetos, rádio e jornal.