A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 02/04/2024
A música “Imagine” do cantor John Lennon refere-se a um mundo sem fronteiras, onde teríamos uma sociedade onde todos viveriam no mesmo país. No Brasil de hoje, porém, a xenofobia desafia esse ideal. Esta realidade reflete a persistência das violações dos direitos humanos e da xenofobia.
A primeira análise é que, de acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), o comportamento desrespeitoso para com os estrangeiros deve ser estritamente proibido. Mas vale ressaltar que os reflexos na sociedade brasileira se referem às atitudes preconceituosas dos xenófobos, como o estereótipo de que todos os islâmicos são terroristas etc., bem como às dificuldades sofridas pelos estrangeiros, como a dificuldade de trabalhar. mercado, uma vez que o desemprego entre este grupo excedeu o do resto da população em mais de 50 por cento em 2014, de acordo com dados das Nações Unidas. Portanto, está violação dos direitos humanos deve ser abordada.
Além disso, vale ressaltar que são frequentemente realizadas campanhas contra a xenofobia, como a promoção do “Dia do Refugiado” em 20 de junho pelo jornal “Globo”. O que está claro, porém, é que mesmo com esta vasta quantidade de informações, o preconceito contra os estrangeiros persiste. Assim, segundo a Secretaria Especial dos Direitos Humanos, o número crescente de denúncias de preconceito xenófobo nos últimos anos confirma os preconceitos “arraigados” que enfrentam tal constrangimento.
Portanto, é necessário tomar medidas para amenizar o problema da xenofobia no Brasil. Para tanto, o governo federal – instância máxima do poder executivo – deve criar meios para que os estrangeiros possam participar de diversas atividades sociais por meio de políticas públicas afirmativas, a fim de proporcionar a essas pessoas a assistência necessária. Além disso, os cidadãos devem prestar atenção a esta questão para pôr fim ao comportamento xenófobo. Em última análise, com base nessas ações, “a sociedade viverá em uma nação, como diz a canção de John Lennon”.