A questão da xenofobia no Brasil

Enviada em 01/04/2024

“A xenofobia não tem lugar em uma sociedade que se orgulha de sua diversi- dade. Devemos promover o respeito mútuo e a compreensão para superar esse obstáculo à coexistência pacífica”, disse Barack Obama. Entretanto, muitos indiví-duos comtenporâneos são incapazes de seguir a ideia de Obama, de modo que as leis estatais não tenham sua devida força. Nesse sentido, devem ser discutidas maneiras de combater a maldade humana e antigos pensamentos sobre certas ra- ças.

Nessa situação, o filósofo alemão Albert Schweitzer se manifestou dizendo, “a maldade humana pode ser a mais terrível das pragas, pois é contagiosa e se espalha rapidamente se não for contida pela bondade e compaixão”. Pensando nisso, a xenofobia configurada como maldade humana dificulta o avanço da humanidade como sociedade e atrasa sua evolução. Porém a “bondade e compaixão” dita pelo filósofo, é inexistente diante do cenário atual brasileiro caso não haja mudança de forma urgente. Assim, a malícia humana reforça a ideia de diferenças entre a população de uma mesma estrutura social.

Nesse contexto, a cerca de 520 anos atrás o nosso país foi colonizado por Portugal, promovendo o racismo e consequentemente a xenofobia, que percorre na sociedade brasileira desde aquele tempo. Com isso, podemos perceber o racis-mo enraizado na nossa sociedade que enfraquece a conectividade da população como cidadões e integrantes de grupos sociais. Dessa forma, antigos pensamentos mesmo que ultrapassados, ainda percorrem a nossa sociedade dificultando o convívio humano com pessoas de raças distintas.

É urgente, diante disso, que o Ministério da Igualdade Racial - responsável pela igualdade entre raças - cuide de criar métodos, como, campanhas publicitarias que deixem explícito o método de denuncia de tal ato, para anular a existência de xenofobia entre raças. Essa iniciativa terá o efeito de desconstruir, pouco a pouco, antigos pensamentos e racismos enraizados na sociedade brasileira atual, facilitando a interação entre cidadões e a evolução humana.