A questão da xenofobia no Brasil
Enviada em 31/03/2018
Durante a República oligárquica, em 1894, o Brasil era marcado pelo poderio dos estados da região Sudeste sobre as demais, o que acarretou no preconceito alastrado com as regiões norte e nordeste principalmente. Dessa forma, pode-se ratificar que a xenofobia significa um retrocesso para o pais, visto que, além de não contribuir para a realização do ser, também seria responsável pelo não desenvolvimento social e econômico dos territórios classificados como inferiores ao restante.
Primeiramente, deve-se salientar que quem sofre de xenofobia torna-se impossibilitado de autorrealizar-se. Sob essa ótica, o humanista e psicólogo Abraham Maslow afirma que as necessidades humanas são divididas em uma pirâmide hierárquica. Segundo ele, a indispensabilidade de pertencimento a um tecido social harmônico é essencial para autorrealização do ser. Sendo assim, ao ter sua integridade destruída, o indivíduo não completará esse ciclo e, consequentemente, terá grande probabilidade de afastar-se da sociedade.
Além disso, é preciso inferir que o processo de desenvolvimento econômico de algumas regiões localizam-se a um patamar elevado, devido ao poder status social localizados nas regiões brasileiras mais industrializadas por estereótipo e o não investimento nas áreas esquecidas seja aplicado a segregação e o subdesenvolvimento permanecera visível no pais.
Diante dos argumentos supracitados, torna-se evidente, portanto, que a xenofobia é um impasse para todos. Desse modo, o Ministério da Educação, por meio das escolas, devem implantar exposições culturais, a fim de enaltecer todo território brasileiro, para que os alunos possam aprender sobre os recursos e benefícios fornecidos por essa regiões. Ademais, é papel da família, por meio da educação, desmitificar as visões conturbadas sobre o modo de vida de outras culturas com intuito de mitigar inferiorização desses