A questão do aborto no Brasil
Enviada em 03/11/2018
O estudo de uma das maiores empresas de pesquisa eleitoral do mundo, o Ipsos, no ano de 2016, 84% da população brasileira foi contra a legalização do aborto, alegando que essa prática é crime contra a vida. A falta de regras públicas, como o saneamento básico, a saúde pública e os direitos das mulheres, é uma das formas de se fazer uma legalização.
No Brasil o aborto é considerado crime federal, pelo menos, o que é assegurado pelos direitos de voto à lei. Haver apenas três exceções legais para o aborto: Gravidezes concebidas de estupro, as trazem riscos a gestante e se o bebê for anencéfalo.
Movimentos a favor do aborto são capazes de reduzir a morosidade e as condições de vida dos pacientes clandestinos, defendendo, assim, uma legalização em qualquer outra situação, na saúde e hospitalidade, preservando sua vida e seu psicológico.
Entretanto, há vários ONGs lucrativas que acompanham e orientam gestantes em situações de vulnerabilidade social, dando orientações médicas, psicológicas, jurídicas e espirituais, como o “Brasil sem aborto” que há 10 anos em defesa da vida. Direcionando as mulheres para entregar os filhos à adoção, evitando os abortos, mas também de crítica ao processo de adoção no Brasil, já é feito de forma lenta.
Portanto, as medidas são necessárias para resolver esse impasse. O governo deve melhorar o sistema de admissão no Brasil, que é um processo longo, mas ajuda a melhorar a situação da criança. Investir na segurança pública, evitando estupros e punindo os comandos pelas práticas já praticadas e dar total apoio a vitima. Financiar palestras nas escolas e nas faculdades (incentivo ao uso de métodos contraceptivos, para evitar gravidezes indesejadas) e para que as pessoas fiquem cientes que precisam sempre da vida, pois isso significa Madre Teresa de Calcutá, uma missão católica albanesa, “Se permitirmos que uma “Você pode matar seu próprio filho?”