A questão do aborto no Brasil

Enviada em 15/01/2019

O aborto é a interrupção de uma gravidez pela remoção de um feto ou embrião, antes de este ter a capacidade de sobreviver fora do útero. A flexibilização da legalização desse ato tem entrado em questão, no entanto, de acordo com o Datafolha, 60% da população é contra e preferem a atual legislação no tocante ao assunto , e para não ferir a democracia deve-se continuar dessa maneira.

Atualmente, o aborto só é permitido se  a gravidez for fruto de estupro comprovado,se colocar a vida da mãe em risco ou se o feto for anencéfalo (não possuir cérebro). Tais exceções existem pelo fato de trazerem demasiadas complicações à sociedade, à mãe e à pressuposta criança e são de extrema importância já que evitam outros problemas ainda mais indesejados.

De acordo com a integrante do comitê de Organização do Brasil sem Aborto Ana Ariel, muito se discute sobre uma mãe criar uma criança fruto de uma gravidez não desejada quando ela pode simplesmente deixar o filho(a) para a adoção. Além de que, segundo a especialista, a causa do aborto é a que a mulher grávida, muitas vezes, não sabe o que fazer nessas situações de medo e desconforto e por tal razão, a interrupção da gravidez é vista como única solução.

Com isso concluí-se que, pelo fato do Brasil ser um local democrático, no qual as leis são criadas ,supostamente, de acordo com a vontade da  maioria e por esse motivo as leis atuais relacionadas ao aborto devem ser mantidas. Para diminuir o número de abortos clandestinos é necessário que a mulher grávida seja confortada o suficiente para perceber que o aborto não é a única solução para não se criar uma criança, e para isso é necessário que o Ministério da Saúde em parceria com Ongs e órgãos relacionados invistam em assistentes sociais para ajudar e confortar mulheres com o intuito de abortar por meio de um grande programa social criado com esse intuito.