A questão do aborto no Brasil

Enviada em 13/01/2019

A legalização do aborto não deve ser considerada uma questão de saúde e sim um genocídio.Primeiramente,devido ás pessoas não eterm mais responsabilidade e cometerem atos que as prejudiquem,levando a população a pegar quaisquer doenças contagiosas.Em segundo lugar,na questã ao aborto procuram clínicas clandestinas para poderem fazerem o processo,colocando a vida em risco .Nessa perspectiva,esses desafios devem ser superados de imediato para que a sociedade integrada seja alcançada.

O Brasil não é um pais de educação ao uso de preservativo adequadamente.Isso porque as pessoas tem o pensamento de não usar preservativo ao ter o aborto legalizado tornando-o,facilmente acessível a doenças transmissíveis nos indivíduos.Com efeito,esses fatores colaboram para o aumento da AIDS ,que registrou em 2016 uma relação de 41%em elação a 201,afirma G1. Dessa forma,a falta de consciência  e conhecimento das pessoas de saberem que atitudes como essas trazem problemas para a sociedade compromete o desenvolvimento social.

Além disso,o Brasil te a maior taxa de gestação não planejada.Nesse contexto,é proibido o aborto fora dos métodos da lei,fazendo com que grande parte das mulheres busquem clínicas clandestinas ara fazer o procedimento caro e agressivo aos seus corpos.Desse modo,a nesistencia de educação sexual nas escolas,garantindo que o sistema único de saúde não dê suporte as mulheres

Percebe-se, portanto, conforme os argumentos supracitados, é necessário que o Governo invista em políticas públicas de saúde como: palestras de formas como evitar a gravidez e os métodos, e invista na educação, como aulas sobre educação sexual, para que a população e as mulheres saibam como se prevenir e evitar gravidez, e que possa fiscalizar clínicas clandestinas de aborto e levar as mulheres ao algum acompanhamento psicológico.Por fim,Ademais, cabe às empresas midiáticas reforçar propagandas de métodos contraceptivos e abortar o tema aborto, por meio das redes sociais com educadores, com o intuito de defender a sua legalização em casos extremos, como de estupro, desconstruindo o preconceito da sociedade às essas mulheres, trazendo, assim, uma discussão que mais busca soluções do que problematiza tal questão.