A questão do aborto no Brasil

Enviada em 27/05/2019

Durante a Revolução industrial, em meados do século XVIII, representaram momentos importantes, no qual foi notório o número de gravidez interrompida para a progressão de atividade profissionais. Entretanto, essa analogia nos permite observar que , no Brasil, tem números expressivos de abortos ilegais que são feitos em clínicas clandestinas.

A princípio, é evidente que muitas mulheres sem condições financeiras interrompem a gravidez e faz o procedimento em centros médicos ilegais e com a estrutura inadequada. Pois, de acordo com o site G1 cerca de 20% das mulheres fez ao menos um aborto ilegal.

Além disso, é imprescindível pontuar que no Brasil o aborto não é legalizado. Mais, há uma busca enorme por essas clínicas que põem em risco á vida de mulheres. Na visão do sociólogo e iluminista, John Locke, o estado deve garantir o direito naturais e inalienáveis do homem. Logo, é inadmissível, que um país representante de uma política em defesa dos direitos humanos possua a irresponsabilidade de assegurar a integridade de uma nação.

Entende-se, portanto, que é necessário que a população entenda os riscos do aborto, nesse contexto, cabe ao governo federal somando com o ministério da saúde promova campanhas socioeducativas por meio das mídias socias e da escola para que concietize os adolescentes usar preservativos e a polícia federal atue efetivamente contra as clínicas que dispõem desse procedimento.