A questão do aborto no Brasil
Enviada em 21/06/2019
Se olhar em volta e parar para observar os temas sociais debatidos na rede de educação brasileira, percebe-se que o aborto é um dos principais assuntos e onde há uma quantia considerável de opositores e defensores. É uma questão simples de ser explicada. Há muitas mulheres na sociedade engravidando no período da adolescência e essa é uma das maiores causas do aborto. A a menina não tem a permissão dos pais para ter filhos, ou os tais nem mesmo sabem, e então a pequena cidadã entra em desespero e acaba querendo matar uma pobre vida que está dentro de si. Pode-se dizer que é isto na maioria dos casos, não em todos.
O aborto é a “solução” encontrada por algumas pessoas para se livrar de alguns outros problemas que podem surgir com uma gravidez inesperada, como: desavenças familiares, falta de renda ou até mesmo um trauma à criança. Muitos usam essa boa e convincente desculpa para trazer a resolução desse óbice e então conseguir a liberação para praticar o ato dentro do país, todavia além de analisar os tais empecilhos que tais pessoas poderão enfrentar caso não cometam o aborto, é preciso também ponderar sobre as consequências do aborto ou período pós-aborto. Muitas vezes, um aborto inseguro pode causar graves sangramentos, infecções ou perfuração do útero ou outros órgãos internos. Há uma alta estimativa de que aproximadamente 44 milhões de pessoas cometam abortos todos os anos e cerca de metade deles são inseguros. Aqui, vê-se logo que uma educação sexual saudável que venha diretamente dos órgãos públicos, que é uma das fontes mais confiáveis até agora, seria essencial na vida dessas mulheres, principalmente nas escolas.
De acordo com os artigos 124 e 126 do código penal brasileiro (1941), o aborto ainda é uma prática ilegal pelo simples motivo de que todos os seres têm direito a vida e não é a irresponsabilidade de algumas pessoas ingênuas e totalmente fora de si que deve impedir outras de terem uma vida normal e saudável. A única solução para este caso é a total proibição da prática com ou sem consentimento da gestante, uma grande e rigorosa fiscalização nas maternidades e uma boa educação sexual para os atuais jovens da sociedade mundial dentro e fora da escola.