A questão do aborto no Brasil

Enviada em 04/08/2019

Evolução com morte

O darwinismo social, originado quando a teoria evolucionista de Charles Darwin foi adotada por sociólogos para justificar ocultamente teorias de superioridade racial e sobrevivência dos mais “puros” ou “fortes”, fundamentou práticas de extermínio silencioso de negros e desfavorecidos ao longo dos anos com base mascarada de  “saúde pública”.

Primeiramente, o aborto tem uma função social de raízes eugenistas, sua publicidade é voltada em especial a classes negras da população, como prova, nota-se como no Estados Unidos, onde a população negra que representa 13% do povo, cometem 38% dos abortos.  Lá, fetos negros têm 3,75 mais chances de serem abortados. A pioneira da industria abortista na América, Margaret Sanger, afirmava que o controle da natalidade procura principalmente produzir uma “raça mais própria”, eliminando quem ela considera “inadequado”.

Segundamente, há um grande mito propagado por movimentos abortistas de que aborto é um caso de “saúde pública”, devido ao fato de que em clínicas clandestivas o risco de morte ser muito maior. Porém, segundo o Dr. Gregory Pike, médico pesquisador australiano, as mulheres que abortam se veem expostas a uma “dor significativa” três anos depois do aborto, assim como a 30% de aumento do risco de depressão e 25% de risco de maior ansiedade. Para além, há aumento da propensão ao suicídio e vulnerabilidade a DSTs.

Em síntese, tendo-se consciência dos efeitos e raízes sociais repugnantes do aborto, além de sua permissão ser causa de grandes problemas na saúde pública; e não o contrário. Torna-se claro que, a questão do aborto deve ser terminantemente proibida por órgãos como Ministérios da saúde e família. Agentes dos quais, também precisam lançar na tv aberta programas públicos de educação tanto sociológica quanto científica para o consciente popular entender o que é a questão do aborto em sua completude.