A questão do aborto no Brasil
Enviada em 22/04/2020
Eu sou a favor do aborto, não acho que seja como matar uma pessoa, se fosse, quando os homens estão se masturbando ou transando com camisinha, eles estariam matando seus filhos. Se ocorresse um acidante e a camisinha furasse, talvez o filho que viesse acidentalmente não fosse tão amado como os outros, se o pai abandonar a mãe e filho e a criança ir para um caminho do crime, sempre vai ter riscos, e acho que nem todo mundo está preparado. A criança que não tem uma família preparada para cuidar e dar amor a ela, pode se tornar violenta no futuro.
Um aborto medico realizado nas primeiras 10 semanas de gravidez possui um risco muito baixo de ocorrência de complicações. Este risco é o mesmo associado a um aborto espontâneo. Estes problemas podem ser facilmente tratados por um medico. Em cada 100 mulheres que fazem abortos medicinal, 2 ou 3 têm de recorrer a um médico, centro de primeiros-socorros ou hospital. Em países onde o parto é considerado seguro, 1 em cada 10.000 mulheres morre durante o parto. Em cada 100.000 mulheres que fizeram um aborto medicinal, menos de 1 morreu, o que torna o aborto medicinal mais seguro que o parto e praticamente tão seguro como o aborto espontâneo.
A solução é simplismente revogar a lei e ensinar aos profissionais de saúde como fazer um aborto, mas não acho que se o aborto for permitido as pessoas vão engravidar por nada, nos EUA o aborto é legalizado e mesmo assim ocorrem menos abortos que no Brasil, as pessoas tem que continuar a se cuidar e prevenir. O governo deveria investir mais em campanhas sobre a prevenção e dar gratuitamente à população os métodos preventivos como camisinha.