A questão do aborto no Brasil
Enviada em 16/11/2021
Ao longo dos anos, o aborto vem atingindo números cada vez maiores, além de provocar diversas opiniões sobre o fato. Apesar do Brasil contar com alguns serviços legais, os abortos na maioria das vezes ocorre por procedimentos inadequados e perigosos. Seguindo o pensamento de Schopenhauer: “o mundo é minha representação”; o aborto é considerados por muitos algo normal, que deve ser considerado comum, devido às circunstâncias e motivos de cada caso, o que acaba ocasionando diversos debates e intrigas. Essa variação de opiniões abrange até mesmo as grandes nações, onde temos países onde o aborto é legalizado sem quaisquer restrições, e, em outros países, ilegal em qualquer caso.
Sobre a questão do aborto no Brasil, é possível afirmar que idealização surgiu na terceira onda feminista, junto com a difusão dos direitos iguais. Um dos fatores principais para a discriminação do aborto é a questão social e o abandono parental, ocasionando em condições precárias para a mãe. As mulheres defendem que o feto é apenas um amontoado de células, e que o direito do aborto deve ser legal até a 18ª semana, mas no entanto, as cristãs citam o direito a vida, independetende da questão social, no caso, as mulheres devem proseguir com a gravidez e buscarem auxilio nas ongs que são pró vidas.
Dessa forma, já que, não se trata de um bebê já formado, e sim um aglomerado de células, mulher nenhuma deve sentir-se obrigada pelo estado à ter que gerar, cuidar e nutrir uma vida, onde muitas são jovens, interrompem seus estudos e carreira acadêmica. Se homens engravidassem, o aborto já seria legalizado, haja vista que, quando homens não desejam assumir seus próprios filhos, abandonam o mesmo.
Sendo assim, o Governo Federal, atado ao Ministério da Saúde, deve destinar mais verbas para a reestruturação dos leitos e ampliação do atendimento, para este fim, nos postos de saúde, bem como um maior investimento em mídia para que o conhecimento sobre a temática possa ser difundida em todas as classes sociais. Para mais, os mesmos órgãos devem promover eventos, patrocinados por empresas da saúde, aberto ao público, incentivando a procura por postos de saúde legalizados e visando a prevenção de futuras enfermidades. Dessa forma, com a ajuda da população e ações governamentais, será possível reescrever um novo futuro melhor para todas as pessoas, independente do sexo.